domingo, 1 de maio de 2011

O Mágico de Oz

Tenho uma amiga muito querida que simplesmente é apaixonada pelo Mágico de Oz. Confesso que tinha curiosidade em assistir o filme, pois ela falava com um amor tão grande a respeito dele que despertou minha atenção. Então fizemos uma troca: ela me emprestou o Mágico de Oz e eu cedi a ela o Bonequinha de Luxo. Ele ficou em cima da minha mesa até hoje à noite, quando finalmente, tive tempo para assisti-lo. Fiquei encantada com a história e até algumas lágrimas despontaram no meu rosto na hora em que estava assistindo. Por isso, resolvi fazer uma breve sinopse para que você, caro leitor, saiba um pouco mais sobre esse filme incrível. Já assistiu? Não tem problema. Relembremos um pouco juntos:


O Mágico de Oz é um livro que foi escrito por L. Frank Baum. Ele nasceu em Chittenango, uma cidade de Nova York e era de origem alemã. Filho de um rico homem de negócios foi uma criança sonhadora e seus pais deram a ele uma educação mais rígida por este motivo.  Em 1900, conceberia a idéia do livro O Maravilhoso Mágico de Oz. Depois de publicado, foi sucesso absoluto e Frank escreveria ainda 13 livros baseados na história de Oz. 


Frank fazia parte da corrente que queria renovar a literatura infantil, pois muitas das histórias que tinham sido criadas até então tinham tornado-se desinteressantes e algumas chegavam a possuir personagens que faziam ações inadequadas e que poderiam influenciar as crianças. Percebe-se que a iniciativa de Frank rendeu bons frutos, pois o livro além de ser um sucesso de vendas foi adaptado como musicais, peças e o filme que será abordado a seguir.


Em 1939, estrearia o filme O mágico de Oz, com a atuação da ainda jovem Judy Garland. A produtora responsável pelo filme pagou uma quantia recorde a Frank pelos direitos do livro. Percebemos que a repercussão que ele iria alcançar estava apenas no início. Outra curiosidade é que o filme teve 4 diretores. O primeiro foi demitido, pois a MGM não gostou do trabalho executado por ele. A insatisfação foi tanta, que nenhuma imagem gravada por Richard Thorpe (O diretor em questão) foi utilizada. Posteriormente, George Cukor assumiria, mas apenas temporariamente. Victor Fleming gravaria as cenas do filme em preto-e-branco, e sairia logo em seguida para dirigir o filme E o Vento Levou (Já falamos sobre ele aqui no blog, para ler, clique aqui). O diretor final seria King Vidor.



O filme conta a história de Dorothy (Judy Garland), uma menina que vive na casa de seus tios no Kansas. No inicio do filme, ela aparece bastante assustada, pois uma vizinha, depois de ser mordida por Totó (O cachorro de Dorothy), diz que irá fazer com que a polícia leve ele embora. Alarmada com a ameaça, a menina tenta chamar a atenção dos seus tios e das pessoas que estão na fazenda para a iminente maldade de sua vizinha. Entretanto, eles não dão ouvidos a Dorothy. Então, a mulher chega com um mandado para levar Totó. Dorothy se desespera. Suplica para que seus tios intercedam, mas a vizinha é influente na região, e eles não fazem nada. Ela leva Totó embora. Aos prantos, Dorothy corre para o seu quarto.


Mas Totó é mais esperto do que ela imagina e consegue escapar. Feliz por ter o cachorro de volta, Dorothy decide fugir. No caminho, encontra-se com um falso adivinho. Ele compreende que a menina fugiu e ao olhar a bola de cristal, diz que a tia de Dorothy está preocupada, com a intenção de fazê-la regressar. A garota decide então voltar para casa, mas um tornado atinge a fazenda. Todos correm para o abrigo, mas Dorothy não chega a tempo. Depois de ser atingida por uma telha, fica semi-consciente e é transportada juntamente com Totó para o fantástico mundo de Oz.


Nesse mundo, povoado por bruxas boas e más, munchkins, árvores falantes e demais seres, Dorothy conhece um leão que deseja ser corajoso, um homem de lata que almeja um coração e um espantalho que se martiriza por não ter um cérebro. Eles viram amigos, e passam a viver inúmeras aventuras na estrada de tijolos amarelos. Tudo que desejam é realizar seus sonhos.



Um filme maravilhoso que perpetuará ainda por muitas e muitas gerações. Se você não viu, que tal conhecer essa história? Se já, assista novamente e ingresse nesse mundo fantástico mais uma vez.
Gostei muito do Totó (Fofo) e do homem de lata.
Fiquem com a frase:
Corações só serão práticos quando não puderem ser partidos. 
(O Mágico de Oz)
Até o próximo post.

Um comentário:

  1. O melhor filme, pra mim.
    Marcou minha infância e minha vida e até hoje assisto. Todo mudo, crianças e adultos, deveriam assistir.
    E a história, que história... só li um dos livros, ainda vou ler os outros.
    Emocionante. Sem palavras.

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